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Yuri

*Revista Japonesa voltada para o público feminino lançada em 2003.

Revista Shimai- A revista está cheia de mangá yuri, com alguns contos e bons artigos. A maioria das histórias são sobre meninas em idade colegial.

Os termos "yuri" e shoujo-ai", estão cada vez mais presentes na net e na boca dos fãs de anime e mangá. Ambos se referem aos romances entre mulheres que pode ou não ter implicações sexuais.
"Yuri" em japonês quer dizer lírio e passou a estar associado ao lesbianismo. O termo está associado ao mundo das lesbianas, reais ou imaginárias, faz muito tempo, mas ficou consagrado quando um redator de uma revista gay dos anos 70 denominou as lesbianas japonesas de "yurizoku" (tribo do lírio), enquanto "barazoku" (tribo da rosa) estaria associado ao mundo homossexual masculino. De qualquer forma, o termo só serve para dar nome a uma prática social bem compreensível. Afinal, em uma sociedade como a japonesa onde durante muito tempo os papéis masculino e feminino foram rigidamente estabelecidos, e muitas vezes mesmo o mundo de homens e mulheres pouco se tocava, surgiu uma cultura tipicamente feminina. Esta mesma que possibilitou a criação de todo um mercado de quadrinhos dominados por mulheres e voltados para um público de meninas, moças e mulheres.

Os relacionamentos entre meninas nos mangás estão presentes desde pelo menos aos anos 70. Ryoko Ikeda escreveu a Rosa de Versalhes. No manga a heroína é absolutamente heterossexual,porém sua proximidade com outras mulheres era muito grande e o amor que as moças devotavam a Oscar, em especial Charlotte e Rosalie, era mais do que evidente. Em seu grande clássico Ikeda não desenvolveu a questão, cortando qualquer possibilidade de relacionamento homossexual. Já em uma obra posterior,Oniisama E, a autora questiona novamente os papéis de gênero e retrata com muita ternura o romance entre duas adolescentes em uma escola feminina de elite. Mas Ikeda também escreveu uma das primeiras histórias adultas - e trágicas - sobre a questão. No seu mangá intitulado Claudine, Ikeda mostra o drama de uma mulher que, por ser lésbica, não consegue se enquadrar e termina se suicidando.

Depois desses mangas surgiram outros que sugestionavam ou até mesmo declarava que seus personagens (ou alguns deles) eram lésbicos. Como Paros no Ken (que não foi transformado em anime) e Sailor Moon, ou menos explícita como nos mangás de Shoujo Kakumei Utena e Sakura Card Captors.


Haruka e Michiru de Sailor Moon.
Haruka é o arquétipo da caminhoneira, vestindo ternos e dando voltas em sua moto para esfriar a cabeça, enquanto Michiko é uma violinista e artista plástica extremamente feminina, tem um relacionamento mostrado cada vez mais abertamente a cada episódio ( está lá desde o começo pra quem quiser ver ), até que abertamente cotam isso às outras personagens ( e ao público ) mais ao fim da temporada.







Sakura: A Tomoyo se declara para a Sakura duas vezes! Não é aquela declaração linda e explicita, mas são sinais de que a pessoas que ela realmente gosta é a Sakura. Assim como a mãe dela "diz"
ser apaixonada pela Nadeshiko (mãe da Sakura).








Utena: Não sei porque considerado Yuri. Utena é apaixonada pelo "principe dela" e a Anthy que mantém uma relação secreta com seu irmão (¬¬) é apaixonada por ele. Em uma das versões ela é apaixonada pelo Touga. Não lembro em qual das versões, mas em uma delas ele corresponde os sentimentos da Anthy e numa outra ele é apaixonado apenas pela Utena.





マリア様がみてる
maria-sama ga miteru ou abreviado Marimite
Desse anime eu não posso contestar ¬¬

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